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Ele tinha ligado para ela dias atrás. E estava bêbado.

Tinha terminado um relacionamento com alguma moça bonita e falava coisas aleatórias e, muitas vezes, sem sentido. 

Ela tinha se mudado para a cidade dele há algumas semanas, mas ele não sabia, então a mulher de cabelos negros decidiu fazer uma surpresa.

Sexta-feira, noite de lua cheia, véspera de feriado e ela nem sabia se ele estava em casa ou não, mas decidiu arriscar. Se arrumou de forma provocante. um vestido preto colado ao corpo e saltos de onçinha.

Com ajuda das páginas amarelas, ela encontrou a casa onde ele morava e com certo receio tocou a campainha.

Ele atendeu de cueca preta, o cabelo bagunçado de uma forma sexy e segurava uma taça de vinho. O pânico a tomou achando que ele poderia estar acompanhado, mas não ouvia barulho algum de dentro da casa. Só uma música tocando no rádio.

- Oi. - disse timidamente. - atrapalho?

Ele a olhava como se tentasse lembrar quem era. A verdade é que eles nunca tinham se visto pessoalmente antes.

- Não lembra de mim? - ela arqueou a sobrancelha.

- Claro que lembro! É só que…

Antes que ele pudesse terminar a frase ela fechou a porta atrás deles, deixou a bolsa cair no chão e lhe roubou um beijo. Naquele hora, toda a insegurança que a tomava evaporou e se ocupou de beijar-lhe, morder aqueles lábios carnudos e apertá-lo contra o seu corpo. Passava a mão pelo corpo dele semi-nu, enquanto ele a pegava pelas coxas, fazendo seus sexos pressionarem um no outro e diminuindo mais o espaço entre eles, se é que era possível. Ela gemeu cruzando as pernas nas costas dele dando segurança a ela para se locomover pelo cômodo.

Ele a deitou no sofá e perguntou se ela queria um pouco de vinho. Ela se lembrou de ter ouvido vidro se quebrando quando o “atacara” e envergonhada assentiu. - E então, o que te trás aqui?

- Você. - ela respondeu bebericando um pouco do vinho, colocando a taça na mesa de centro e sentando no colo dele, uma perna em cada lado do seu corpo.- Sempre tive vontade de você, sempre fiquei excitada quando pensava nas suas mãos percorrendo pelo meu corpo, você gemendo no meu ouvido, eu arranhando suas costas, você me beijando, eu te chupando. - Nessa hora, ela o beijou e sentou a excitação dele embaixo dela dar sinal de vida.

Ele puxou o vestido dela para cima o tirando e revelando uma lingerie roxa que acentuava bastante os seus seios. Ele os tocou como se fossem diamantes, o apertou e ela gemeu baixo.

- Aproveite que eles são seus por essa noite. - ela disse.

Num movimento rápido, ele arrancou o sutiã dela e chupou cada um de seus seios enquanto apertava o outro. Nunca tinha sentido tamanha excitação através de seus seios,mas dessa vez era diferente. com ele era diferente. Ela sentia o pano de algodão da sua calcinha ficando molhado, o pênis dele pressionando contra sua feminilidade mesmo que coberto pela cueca. Então, ela começou a dar reboladas sutis sobre ele  enquanto ele espalhava chupões pelo corpo dela. 

Antes que eles acabassem com aquilo rápido demais, ela saiu de cima dele, pegou a taça que tinha posto na mesinha de centro, tomou o vinho, deu pra ele beber também e repousou a taça no mesmo lugar de antes.

- Vamos fazer uma brincadeira? - ela perguntou. - Eu quero que você feche os olhos. - ela beijou suas pálpebras. E imagine uma cena, a cena que você gostaria que estivesse acontecendo agora. - Ela saiu do sofá, se ajoelhou entre os joelhos dele, tirou lentamente sua cueca (mais devagar que o necessário) fazendo o pau dele pular para fora daquele pedaço de pano. - E se masturba pra mim. - Ele hesitou por um instante, mas começou. Primeiro lentamente, demorando mais na investida quando chegava na glande.

Ela levantou e se afastou indo até o rádio e mudando para uma música mais sensual. Reparando que ela tinha se afastado ele abriu os olhos E encarou a figura feminina de cabelos desgrenhados, com uma taça de vinho na mão e somente de calcinha. Deixando seus seios a mostra que agora tinha algumas manchas devido aos chupões de antes.

Seu bronzeado o seduzia, suas curvas deixava-o louco e os lábios carnudos inchados pelos beijos o deixava com o pau mais duro imaginando ela o chupando e lambendo e beijando e…

- Continue. - ela ordenou se aproximando , agora sem a taça. Subiu no sofá em frente a ele. Balançava conforme a melodia e ele não conseguia parar de olhá-la. Ela começou a rebolar quase chegando perto de seu pênis e ele gemeu em antecipação. - Feche os olhos.

Desceu do sofá e enquanto ele recomeçava com os movimentos de vai-e-vem ela passou a ponta da língua pela glande avermelhada, ele gemeu alto, não esperava por aquilo. Mexendo nas bolas dele, ela as pô na na boca, ora chupando ora dando pequenas mordidas. Ele cessou a masturbação, mas ela deixou essa passar. Ela mesma recomeçou com os movimentos e a chupá-lo ao mesmo tempo. Passava a língua pela glande, colocava-o na boca, lambia, chupava, mordia, …

Não demorou muito para ela sentir os famosos espasmos, ele puxou as madeixas dela apertando-as para que ela não parasse. Como se ela cogitasse isso.

Depois que ele gozou, encostou as costas no acento do sofá e a puxou para que se alinhasse a ele.

 - cansadinho, é? - ela brincou.

 - Quando eu me recuperar eu vou mostrar pra você…

- vai, é? - ela gargalhou alto.

- vai sim e você ainda vai pedir por mais.

- Eu vou cobrar isso.

Eles ficaram deitados e espremidos no pequeno sofá ficaram se beijando e passando as mãos por áreas sensíveis do corpo do outro. Sem palavras, sem desculpas, só beijos e olhares que diziam muitas coisas.

Ela despertou com os primeiros raios do sol em seu rosto. Se movendo ela pode ver que ele estava duro novamente e uma gotícula escorria pela sua glande. Ela beijou o rosto dele e mesmo dengoso ele despertou aos poucos.

- Está na hora de você fazer o que prometeu, não?

TamiS

"Abraço tem que ter pegada, jeito, curva. Aperto suave, que pode virar colo. Alento tenso, que pode virar despedida. Abraço é confissão. Abraço não pode ser rápido senão é empurrão. Requer cruzamento dos braços e uma demora do rosto no linho. Abraço é para atravessar o nosso corpo."

- Fabrício Carpinejar  (via versificar)

(Source: abismogelado)

"Desculpe estou um pouco atrasado, mas espero que ainda dê tempo de dizer que andei errado, e eu entendo as suas queixas tão justificáveis, e a falta que eu fiz nessa semana, coisas que pareceriam óbvias até pra uma criança. Por onde andei enquanto você me procurava? Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava? Amor eu sinto a sua falta, e a falta é a morte da esperança, como um dia que roubaram o seu carro deixou uma lembrança que a vida é mesmo coisa muito frágil, uma bobagem. Uma irrelevância diante da eternidade do amor de quem se ama. Por onde andei enquanto você me procurava? E o que eu te dei? - Foi muito pouco ou quase nada. E o que eu deixei? - Algumas roupas penduradas. Será que eu sei, que você é mesmo tudo aquilo que me falta?"

- Nando Reis.

(Source: desafagos)

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